Canal aberto · Eleição 2026

Perguntas e Respostas

Pergunte o que quiser sobre o programa de gestão, o orçamento, a rotina da Faculdade ou o que esperar do quadriênio 2026–2030. Respondemos aqui mesmo, publicamente, para que a resposta sirva a toda a comunidade.

Chapa Mônica e Roberto

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18 perguntas publicadas

  1. Pergunta recebida

    Por que aquele prédio da Faculdade está envolto numa tela? Há previsão para a reforma da fachada?

    1. Mônica e Roberto

      A resposta, sem promessa que não dependa de nós, está em vídeo: Por que aquele prédio está envolto numa tela?, na nossa seção de vídeos.

  2. Pergunta recebida (servidor)

    Professora, a senhora tem que contar o que foi feito com o Wi-Fi da Faculdade.

    1. Mônica e Roberto

      Contamos em vídeo: Wi-Fi: a gente só lembra dele quando não funciona, na nossa seção de vídeos.

  3. A precariedade dos elevadores do Edifício Valle Ferreira é um problema que afeta diariamente toda a comunidade acadêmica. O elevador que atende a todos os andares da faculdade está sem funcionamento há mais de um ano, enquanto os demais também apresentam sinais de precarização. Com isso, os estudantes são frequentemente obrigados a utilizar o elevador destinado aos professores, que não consegue suprir a altíssima demanda.

    Considerando que esta chapa já está à frente da direção da faculdade e que o problema persiste há mais de um ano, quais medidas concretas foram adotadas pela atual gestão para solucionar essa situação? Em caso de reeleição, quais ações a chapa pretende implementar para garantir que a manutenção e o pleno funcionamento dos elevadores sejam efetivamente tratados como uma prioridade, mesmo diante de uma eventual alegação de falta de recursos?

    1. Juan, obrigado pela pergunta — ela merece resposta com números, e ela já está em vídeo: Elevador não tem lado. É problema de todos nós., na nossa seção de vídeos.

      Em resumo: não é caso de reforma, é de troca. Em 2024, quando o quadro se agravou, pedimos à Pró-Reitoria de Administração e à Reitoria uma avaliação completa. O laudo técnico e a análise da empresa de manutenção foram taxativos: é preciso trocar os oito elevadores, a um custo hoje estimado em cerca de R$ 10 milhões. Para dimensionar o que isso significa, o orçamento anual da Faculdade é de cerca de R$ 380 mil — abrimos essas contas em Se o orçamento é de R$ 380 mil anuais, como a faculdade sobrevive?. Não é uma alegação de falta de recursos: é a ordem de grandeza do problema, e nenhuma direção o resolve com recursos próprios.

      Por isso fomos buscar fora. Procuramos o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, e seguimos trabalhando por emendas parlamentares, contando também com a força dos nossos ex-alunos de todos os tempos. Não prometemos prazo que não depende de nós; o compromisso que assumimos é o de persistir nessa busca e prestar contas de cada etapa, aqui e nos vídeos.

  4. Não é uma pergunta e também não é necessário publicar, caso não queiram. Gostaria apenas de registrar meu apoio, até porque já me formei e nem posso mais votar.
    Só quem trabalha na Administração Pública, especialmente na área administrativa e, mais especificamente, na UFMG, entende tudo o que está envolvido em algo aparentemente tão simples quanto a compra de um rolo de papel higiênico, a aquisição ou manutenção de um elevador, a distribuição de salas, a organização (permissão) de festas estudantis, entre tantas outras rotinas.
    De fora, tudo parece muito simples: “basta pedir à Reitoria”, “é só enviar um ofício”, “tem que cobrar”. Mas a Administração Pública não funciona assim. Há procedimentos, limitações, responsabilidades e uma série de questões que nem sempre são visíveis para quem está de fora.
    O prof. Hermes e a profa. Mônica vêm desenvolvendo um excelente trabalho dentro das possibilidades concretas que têm. E é justamente por conhecer um pouco dessa realidade que considero que as propostas da chapa da Mônica e do Roberto são muito mais condizentes com o que efetivamente é possível fazer do que algumas críticas têm feito parecer.
    Espero, de verdade, que ganhem.

    1. Muito obrigado pelo registro, que nos honra ainda mais por vir de quem conhece por dentro a realidade da Administração Pública. Você descreveu com precisão algo que tentamos comunicar em cada publicação: entre a ideia e a entrega existe um caminho de procedimentos, limites orçamentários e responsabilidades que não aparece para quem olha de fora. É por isso que insistimos em falar do que foi feito e de como foi feito, porque gestão universitária se prova na prática, não na promessa. O apoio de quem já se formou e nem vota mais tem um valor especial: é desinteressado e nasce da experiência. Muito obrigado, de verdade!

  5. Pergunta recebida (aluno)

    Se o orçamento da Faculdade é de cerca de R$ 380 mil por ano, como ela sobrevive?

    1. Mônica e Roberto

      A resposta, com as contas abertas, está em vídeo: Se o orçamento é de R$ 380 mil anuais, como a faculdade sobrevive?, na nossa seção de vídeos.

  6. Pergunta recebida (aluno)

    O Prêmio Poeta Aloísio Santiago Campos Júnior pode voltar? Ele teve uma única edição, durante a pandemia, e ficou por aí.

    1. Mônica e Roberto

      Vai voltar — a resposta está em vídeo: O Prêmio de Poesia vai voltar., na nossa seção de vídeos.

  7. Rhuan Leão e Henrique Campos

    Vocês tem alguma proposta para ajudar os time de Futsal Masculino e Futcampo da Vetusta?

    1. Rhuan, Henrique, obrigado. A pergunta de vocês se encontrou com outra, do Leonardo, sobre esporte universitário. Respondemos as duas na mesma linha, e vale ler a resposta a ele aqui na página.

      Sobre os times, direto ao ponto: o orçamento anual da Faculdade é de uns R$ 376 mil e não dá para bancar equipe esportiva. As contas estão abertas em monicaeroberto.com.br/videos/#orcamento. Dizer o contrário em época de campanha seria fácil e seria mentira.

      O que a gente oferece é o apoio que a Diretoria pode dar de fato, e que costuma ser justamente o que trava a vida de um time:

      • ofícios, declarações e apoio institucional para inscrição em competições e para representar a Faculdade;
      • encaminhamento junto aos colegiados quando o calendário de jogos bater com obrigações acadêmicas, dentro do que as normas da UFMG permitem;
      • divulgação nos canais da Faculdade e site mantido pela Rede de Sites Institucionais (eixo 5) para as entidades ligadas à Casa;
      • apoio institucional na busca de patrocínio e parcerias, terreno em que a experiência da chapa com egressos e com a iniciativa privada já deu resultado na campanha Subir Juntos;
      • lugar permanente das atléticas na Escuta Ativa (eixo 1), para a conversa não depender de haver problema.

      Sobre espaço para reuniões, seletivas e guarda de material: dá para pensar, e queremos pensar, mas com franqueza, isso exige planejamento e organização, porque cada espaço da Casa já tem uma destinação e nada disso se resolve no improviso. Entra como pauta com vocês na Escuta Ativa, no início do mandato.

      E um pedido, que vale mais do que qualquer promessa nossa: tragam a lista concreta do que os times precisam, item por item, com valores quando houver. É assim que demanda vira pauta. Foi o que fizemos com os bancos dos corredores, que vieram de uma campanha entre ex-alunos e foram montados num mutirão de alunos, servidores e professores (monicaeroberto.com.br/videos/#mutirao-bancos). Com a lista na mão, a gente sabe o que pedir e a quem.

      Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.

  8. Pergunta recebida (aluno)

    Como avançar com a informatização da Faculdade se os recursos são escassos?

    1. Mônica e Roberto

      Roberto respondeu em vídeo, a partir do que já foi feito no Colegiado de Ciências do Estado: Como avançar com a informatização se os recursos são escassos?, na nossa seção de vídeos.

  9. Pergunta recebida (servidoras da pós-graduação)

    Professora, vocês podem mostrar as novas salas da pós-graduação, as que estão facilitando a designação das aulas deste semestre?

    1. Mônica e Roberto

      Mostramos, uma a uma, em vídeo: 5 toneladas de papel deram lugar a 5 novas salas da pós, na nossa seção de vídeos.

    2. Mônica e Roberto

      Continuando a resposta às servidoras da pós, mais um espaço em vídeo: Uma sala de convivência para a pós-graduação, na nossa seção de vídeos.

  10. Pergunta recebida

    Como será o relacionamento da Diretoria com o movimento estudantil?

    1. Mônica e Roberto

      Roberto respondeu em vídeo, gravado no Território Livre José Carlos Novaes da Mata Machado: Diretoria e movimento estudantil: uma relação que já existe na prática., na nossa seção de vídeos.

  11. Pergunta recebida

    Professora, por que continuar? Depois de dois mandatos como Vice-Diretora, o que a leva a se candidatar agora à Diretoria da Faculdade?

    1. Mônica e Roberto

      Mônica respondeu em vídeo: “Por que continuar, professora?”, na nossa seção de vídeos.

  12. Leonardo Porto Carvalho

    Quais serão as iniciativas da chapa para contribuir com o esporte universitário?
    Vocês têm propostas no sentido de fortalecer o diálogo entre a faculdade e as associações atléticas acadêmicas?
    Qual a importância que a chapa vê para o esporte na formação da vida dos estudantes e da sociedade?

    1. Leonardo, obrigado. Vamos começar pela sua terceira pergunta, porque ela organiza as outras duas.

      O esporte universitário ensina o que a sala de aula não ensina: convivência, disciplina, pertencimento e o hábito de representar algo maior do que você mesmo. Quem viu o mutirão de montagem dos bancos da Faculdade, com chapas rivais do CAAP trabalhando lado a lado, entende na hora o que uma atlética faz pela vida de uma escola. Ela junta gente que, sem ela, talvez nunca se falasse. Isso não é acessório na formação de um jurista, é parte dela.

      Agora a franqueza que devemos a você. A Faculdade não tem estrutura esportiva própria, e o orçamento anual da unidade é de uns R$ 376 mil, o que cobre a operação da Casa e pouco mais. Abrimos essas contas em monicaeroberto.com.br/videos/#orcamento. Prometer bancar equipes seria prometer com dinheiro que não existe. Então vamos falar do que existe.

      A atlética como interlocutora permanente, e não só quando dá problema. A Escuta Ativa (eixo 1) cria grupos permanentes com os estudantes, e assumimos o compromisso de que as associações atléticas tenham lugar nesse canal, ao lado dos centros acadêmicos, com pauta própria e data marcada. Hoje a conversa costuma acontecer depois que o problema aparece. A gente quer que aconteça antes.

      Apoio institucional, que muitas vezes é o que mais falta. Ofícios e declarações para competições, encaminhamento junto aos colegiados quando o calendário de jogos bate com obrigações acadêmicas (dentro do que as normas da UFMG permitem) e divulgação nos canais da Faculdade. A Rede de Sites Institucionais (eixo 5) ainda oferece um site seguro e mantido para as entidades ligadas à Casa, acabando com aqueles sites que nascem sem manutenção e somem quando quem tinha a senha se forma.

      Espaço, com honestidade sobre o que ele exige. Usar espaços da Faculdade para reuniões, seletivas e eventos, e guardar material, é coisa que a gente pode pensar, e quer pensar. Mas exige planejamento e organização, porque cada espaço da Casa já tem uma destinação e nada disso se resolve na véspera de um jogo. O que assumimos é abrir essa conversa com as atléticas logo no início do mandato, dentro da Escuta Ativa, e tratar o assunto como problema a resolver, não como pedido para arquivar.

      Ajuda para buscar dinheiro fora, que é onde ele está. O eixo 8 prevê eventos e parcerias com a iniciativa privada, e a campanha Subir Juntos (eixo 6) já mostrou que ex-aluno responde quando é chamado com uma lista clara de prioridades. Apoio institucional para captação e patrocínio é coisa que a Diretoria pode dar, e faz diferença de verdade.

      Espaços de convivência. O Ponto de Encontro (eixo 6) melhora, semestre a semestre, os lugares onde a vida estudantil acontece, com as prioridades definidas pelos próprios estudantes.

      O que a gente não promete: quadra, verba de custeio para equipes ou obra esportiva. Não cabe no orçamento e não seria honesto. O que a gente promete é presença, porta aberta, trabalho de articulação e prestação de contas todo ano sobre o que foi pedido, a quem, e com que resposta.

      Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.

  13. Karine Xakriabá

    Boa tarde, gostaria de saber quais são os planejamentos que vocês têm para a política de permanência e conclusão dos estudantes indígenas da Faculdade de Direito, pois acho que vocês sabem que existe um programa de vestibular para indígenas de contexto aldeado, que a cada início de ano resulta na entrada de dois estudantes indígenas na Faculdade de Direito. Quais são os planos para a chegada e permanência desses estudantes, já que viemos de um contexto e realidade totalmente diferentes dos demais estudantes e lutamos, desde o início de nossa entrada na faculdade, por políticas afirmativas que possam contribuir para a nossa permanência e formação, e para que possamos voltar aos nossos territórios e atuar como esperam nossos respectivos povos?

    1. Karine, obrigado pela pergunta, e obrigado principalmente pelo jeito como você a fez. Ela não pede promessa. Ela pede que a Diretoria reconheça que a permanência de vocês tem necessidades próprias, que não se resolvem no mesmo balcão nem com a mesma resposta que serve para todo mundo.

      Sim, conhecemos o programa de ingresso de estudantes indígenas de contexto aldeado, e a Faculdade já mantém um programa de acompanhamento desses estudantes. Não estamos começando do zero, e ainda bem: o que a gente propõe aqui é continuar e ampliar, não anunciar novidade. Também vamos dizer com todas as letras o que não depende de nós. Criar bolsas, definir número de vagas e mudar a política de assistência estudantil são decisões da Reitoria e, em boa parte, do MEC. Prometer isso seria desrespeitar exatamente a luta que você descreve.

      O que está ao alcance da Diretoria, a gente faz. São quatro compromissos concretos:

      1. Escutar antes de propor. A Escuta Ativa (eixo 1) cria grupos permanentes de conversa, setor por setor. Assumimos o compromisso de abrir, nos primeiros meses de mandato, uma escuta específica com os estudantes indígenas da Faculdade. Não uma reunião de posse, mas um canal que fica de pé. E a primeira pauta é justamente avaliar com vocês o que o acompanhamento que já existe tem alcançado e o que ainda não alcança. Uma política de permanência feita sem vocês seria só mais um documento.

      2. Acompanhamento acadêmico de verdade. O Reta Final (eixo 3) é o nosso programa de apoio à conclusão do curso e à permanência: acompanhar quem está na fase do TCC, explicar de forma clara e humana os procedimentos (comprovação de conhecimento, revisão de desligamento, aproveitamento de estudos) e ficar atento a quem está em risco de largar o curso. Ele nasceu contra o que mais faz gente desistir, que é se perder num procedimento que a própria instituição poderia simplificar. Para quem chega de outro contexto e de outra realidade, esse risco é maior, e é aí que o acompanhamento precisa ir atrás do estudante, em vez de esperar que ele descubra sozinho a que porta bater. Nosso compromisso é fazer o programa de acompanhamento indígena e o Reta Final conversarem, em vez de correrem em paralelo.

      3. Cobrar de quem decide. Quando a competência for da Reitoria ou da assistência estudantil da UFMG, o compromisso é insistir e prestar contas do pedido. Vocês vão saber o que foi pedido, quando, e qual foi a resposta. A presença da Mônica no Conselho Universitário e nos órgãos centrais serve também para isso.

      4. Acolhida e espaço. A chegada importa tanto quanto a permanência. Queremos montar, junto com os colegiados e com vocês, um roteiro de acolhida no começo de cada ano: quem procurar, como funcionam os prazos, onde ficam os apoios. E queremos que o Ponto de Encontro (eixo 6), que melhora aos poucos os espaços de convivência, seja priorizado por quem usa esses espaços, o que inclui a sua voz.

      Por fim, o compromisso do eixo 7, que não é enfeite de programa: cuidar da diversidade estudantil em todos os cantos da vida institucional. Voltar aos territórios e atuar como os povos indígenas esperam é um objetivo que esta Faculdade deveria ter orgulho de ajudar a cumprir. A formação de vocês diz muito sobre que tipo de escola de Direito nós somos.

      A gente gostaria muito de conversar com você pessoalmente, e com quem mais quiser participar, antes mesmo da eleição. Se puder, responda aqui mesmo que a gente marca.

      Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.

  14. Rafael Amaral

    Minha questão é de relevância não só epistemológica, mas política, dado a relação que transpassa unidades acadêmicas: “Qual a vossa visão acerca da reforma da ementa da disciplina de Psicologia Jurídica?”

    Eu fiz essa pergunta também a outra chapa, que deu-me uma resposta adequada, embora blasé.

    1. Rafael, obrigado pela pergunta e é bom que você esteja buscando a perspectiva de ambas as chapas.

      A ementa de uma disciplina não é decidida pela Diretoria. Psicologia Jurídica é ofertada aqui mesmo, na Faculdade de Direito. O caminho interno para aprovação de uma disciplina é bem definido: passa pelo NDE, pelo colegiado do curso e, só então, pela Congregação. A Diretoria não tem competência para mudar uma ementa por conta própria. Por isso não podemos prometer uma ação nesse sentido.

      Só que “não é atribuição da Diretoria” não pode virar desculpa para não fazer nada. Levar o assunto até a mesa certa, com método e sem deixar que ele se perca no caminho, isso sim é conosco. E tem nome no nosso programa.

      O Observatório do Currículo (eixo 3) é uma comissão permanente para estudar o currículo dos cursos de Direito e de Ciências do Estado, avaliar as mudanças necessárias e dar suporte às adequações. É onde uma proposta como a sua deixa de ser conversa de corredor e vira pauta, com quem dá a disciplina, quem a cursa e quem pesquisa o tema na mesma mesa.

      Você também tem razão quando diz que a questão não é só epistemológica e que ela atravessa outras unidades. Mesmo sendo nossa a oferta, conversar com quem produz Psicologia na Universidade enriquece qualquer revisão. É para isso que servem o Projeto Ponte, que faz as formações circularem entre si, e o eixo 8, de diálogo institucional, que se apoia na convivência da Mônica com os órgãos centrais da UFMG.

      Então o compromisso é este: levar a sua questão ao Observatório do Currículo assim que ele for constituído, com você convidado a defender o seu argumento, e contar publicamente no que deu, inclusive se a conclusão for manter a ementa como está. O que a gente não vai fazer é dar hoje, de improviso, um parecer sobre o mérito da ementa sem ouvir quem ensina e quem estuda a disciplina. Seria uma resposta mais bonita e menos verdadeira.

      Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.

  15. Mateus Oliveira

    Professora, o que nós, ex-alunos, podemos fazer pela faculdade? Meu sonho é que a vetusta tenha a melhor estrutura para os futuros alunos , que ela seja uma experiência ainda a melhor do que a que nós tivemos.

    1. Mateus, obrigado — e a resposta talvez seja: seguir fazendo o que tantos ex-alunos já fizeram. Os mais de 60 bancos e as mesas que hoje ocupam os corredores vieram de uma campanha entre pessoas gratas à escola, e chegaram desmontados: foram montados num mutirão de alunos, servidores técnico-administrativos e professores, com chapas rivais do CAAP lado a lado. Está tudo em vídeo: Mais de 60 bancos, um mutirão e um dia inesquecível, na nossa seção de vídeos. O Território Livre José Carlos Novaes da Mata Machado foi restaurado do mesmo modo, com uma placa que registra o nome de quem contribuiu — e houve até quem nunca estudou aqui e doou para comprar as mesas do espaço.

      É com essa mesma força que contamos na busca por recursos para a troca dos elevadores: Elevador não tem lado. É problema de todos nós.

      Então: participe, cobre, apareça, chame a sua turma. Quem se formou aqui continua sendo da casa, e a estrutura que você deseja para os futuros alunos vem sendo construída exatamente assim, por muitas mãos.

  16. Isaque Ferraz

    Gostei muito da proposta da Dra. Monica como baluarte da tradição da faculdade e conexão com o passado, fundamental para manutenção de um imaginário saudável dos alunos, e o Dr. Roberto como inovação tecnológica e visão que vem do mercado privado em sua empresa de desenvolvimento de software. Que Jesus os abençoe

    1. Muito obrigado pelas palavras de apoio! Realmente você compreendeu o que estamos propondo: uma mistura da nossa tradição com uma abertura para o futuro! Contamos com seu voto!

  17. Gostaria de saber de vocês quais os planos em relação à reforma dos elevadores. Há alguma previsão em relação à isso?

    1. Obrigado pela pergunta! Aliás, pelas perguntas. Enviaremos nossas respostas em vídeo no próximo final de semana e colocaremos neste site e nas redes sociais.

    2. Cynthia, como prometido, a resposta está no ar em vídeo: Elevador não tem lado. É problema de todos nós., na nossa seção de vídeos. Obrigado pela pergunta!

  18. Gostaria de saber de vocês quais os planos em relação à cantina/lanchonete na unidade. Há alguma previsão em relação à isso?

    1. Esse é outro tema super relevante (e nem tão simples…). Também vamos postar a resposta para você e toda a comunidade neste fds!

    2. Mônica e Roberto

      Cynthia, como prometido, a resposta sobre a cantina está no ar em vídeo: Cantina: a obra saiu do papel e está em fase de compras., na nossa seção de vídeos. Obrigado pela pergunta!

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