Canal aberto · Eleição 2026
Perguntas e Respostas
Pergunte o que quiser sobre o programa de gestão, o orçamento, a rotina da Faculdade ou o que esperar do quadriênio 2026–2030. Respondemos aqui mesmo, publicamente, para que a resposta sirva a toda a comunidade.
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Perguntas ofensivas, propaganda ou mensagens fora do tema da eleição não são publicadas. Divergir do nosso programa não é ofensa — crítica é bem-vinda e será respondida.
18 perguntas publicadas
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Por que aquele prédio da Faculdade está envolto numa tela? Há previsão para a reforma da fachada?
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A resposta, sem promessa que não dependa de nós, está em vídeo: Por que aquele prédio está envolto numa tela?, na nossa seção de vídeos.
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Professora, a senhora tem que contar o que foi feito com o Wi-Fi da Faculdade.
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Contamos em vídeo: Wi-Fi: a gente só lembra dele quando não funciona, na nossa seção de vídeos.
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A precariedade dos elevadores do Edifício Valle Ferreira é um problema que afeta diariamente toda a comunidade acadêmica. O elevador que atende a todos os andares da faculdade está sem funcionamento há mais de um ano, enquanto os demais também apresentam sinais de precarização. Com isso, os estudantes são frequentemente obrigados a utilizar o elevador destinado aos professores, que não consegue suprir a altíssima demanda.
Considerando que esta chapa já está à frente da direção da faculdade e que o problema persiste há mais de um ano, quais medidas concretas foram adotadas pela atual gestão para solucionar essa situação? Em caso de reeleição, quais ações a chapa pretende implementar para garantir que a manutenção e o pleno funcionamento dos elevadores sejam efetivamente tratados como uma prioridade, mesmo diante de uma eventual alegação de falta de recursos?
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Juan, obrigado pela pergunta — ela merece resposta com números, e ela já está em vídeo: Elevador não tem lado. É problema de todos nós., na nossa seção de vídeos.
Em resumo: não é caso de reforma, é de troca. Em 2024, quando o quadro se agravou, pedimos à Pró-Reitoria de Administração e à Reitoria uma avaliação completa. O laudo técnico e a análise da empresa de manutenção foram taxativos: é preciso trocar os oito elevadores, a um custo hoje estimado em cerca de R$ 10 milhões. Para dimensionar o que isso significa, o orçamento anual da Faculdade é de cerca de R$ 380 mil — abrimos essas contas em Se o orçamento é de R$ 380 mil anuais, como a faculdade sobrevive?. Não é uma alegação de falta de recursos: é a ordem de grandeza do problema, e nenhuma direção o resolve com recursos próprios.
Por isso fomos buscar fora. Procuramos o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, e seguimos trabalhando por emendas parlamentares, contando também com a força dos nossos ex-alunos de todos os tempos. Não prometemos prazo que não depende de nós; o compromisso que assumimos é o de persistir nessa busca e prestar contas de cada etapa, aqui e nos vídeos.
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Não é uma pergunta e também não é necessário publicar, caso não queiram. Gostaria apenas de registrar meu apoio, até porque já me formei e nem posso mais votar.
Só quem trabalha na Administração Pública, especialmente na área administrativa e, mais especificamente, na UFMG, entende tudo o que está envolvido em algo aparentemente tão simples quanto a compra de um rolo de papel higiênico, a aquisição ou manutenção de um elevador, a distribuição de salas, a organização (permissão) de festas estudantis, entre tantas outras rotinas.
De fora, tudo parece muito simples: “basta pedir à Reitoria”, “é só enviar um ofício”, “tem que cobrar”. Mas a Administração Pública não funciona assim. Há procedimentos, limitações, responsabilidades e uma série de questões que nem sempre são visíveis para quem está de fora.
O prof. Hermes e a profa. Mônica vêm desenvolvendo um excelente trabalho dentro das possibilidades concretas que têm. E é justamente por conhecer um pouco dessa realidade que considero que as propostas da chapa da Mônica e do Roberto são muito mais condizentes com o que efetivamente é possível fazer do que algumas críticas têm feito parecer.
Espero, de verdade, que ganhem.-
Muito obrigado pelo registro, que nos honra ainda mais por vir de quem conhece por dentro a realidade da Administração Pública. Você descreveu com precisão algo que tentamos comunicar em cada publicação: entre a ideia e a entrega existe um caminho de procedimentos, limites orçamentários e responsabilidades que não aparece para quem olha de fora. É por isso que insistimos em falar do que foi feito e de como foi feito, porque gestão universitária se prova na prática, não na promessa. O apoio de quem já se formou e nem vota mais tem um valor especial: é desinteressado e nasce da experiência. Muito obrigado, de verdade!
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Se o orçamento da Faculdade é de cerca de R$ 380 mil por ano, como ela sobrevive?
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A resposta, com as contas abertas, está em vídeo: Se o orçamento é de R$ 380 mil anuais, como a faculdade sobrevive?, na nossa seção de vídeos.
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O Prêmio Poeta Aloísio Santiago Campos Júnior pode voltar? Ele teve uma única edição, durante a pandemia, e ficou por aí.
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Vai voltar — a resposta está em vídeo: O Prêmio de Poesia vai voltar., na nossa seção de vídeos.
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Vocês tem alguma proposta para ajudar os time de Futsal Masculino e Futcampo da Vetusta?
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Rhuan, Henrique, obrigado. A pergunta de vocês se encontrou com outra, do Leonardo, sobre esporte universitário. Respondemos as duas na mesma linha, e vale ler a resposta a ele aqui na página.
Sobre os times, direto ao ponto: o orçamento anual da Faculdade é de uns R$ 376 mil e não dá para bancar equipe esportiva. As contas estão abertas em monicaeroberto.com.br/videos/#orcamento. Dizer o contrário em época de campanha seria fácil e seria mentira.
O que a gente oferece é o apoio que a Diretoria pode dar de fato, e que costuma ser justamente o que trava a vida de um time:
• ofícios, declarações e apoio institucional para inscrição em competições e para representar a Faculdade;
• encaminhamento junto aos colegiados quando o calendário de jogos bater com obrigações acadêmicas, dentro do que as normas da UFMG permitem;
• divulgação nos canais da Faculdade e site mantido pela Rede de Sites Institucionais (eixo 5) para as entidades ligadas à Casa;
• apoio institucional na busca de patrocínio e parcerias, terreno em que a experiência da chapa com egressos e com a iniciativa privada já deu resultado na campanha Subir Juntos;
• lugar permanente das atléticas na Escuta Ativa (eixo 1), para a conversa não depender de haver problema.Sobre espaço para reuniões, seletivas e guarda de material: dá para pensar, e queremos pensar, mas com franqueza, isso exige planejamento e organização, porque cada espaço da Casa já tem uma destinação e nada disso se resolve no improviso. Entra como pauta com vocês na Escuta Ativa, no início do mandato.
E um pedido, que vale mais do que qualquer promessa nossa: tragam a lista concreta do que os times precisam, item por item, com valores quando houver. É assim que demanda vira pauta. Foi o que fizemos com os bancos dos corredores, que vieram de uma campanha entre ex-alunos e foram montados num mutirão de alunos, servidores e professores (monicaeroberto.com.br/videos/#mutirao-bancos). Com a lista na mão, a gente sabe o que pedir e a quem.
Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.
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Como avançar com a informatização da Faculdade se os recursos são escassos?
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Roberto respondeu em vídeo, a partir do que já foi feito no Colegiado de Ciências do Estado: Como avançar com a informatização se os recursos são escassos?, na nossa seção de vídeos.
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Professora, vocês podem mostrar as novas salas da pós-graduação, as que estão facilitando a designação das aulas deste semestre?
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Mostramos, uma a uma, em vídeo: 5 toneladas de papel deram lugar a 5 novas salas da pós, na nossa seção de vídeos.
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Continuando a resposta às servidoras da pós, mais um espaço em vídeo: Uma sala de convivência para a pós-graduação, na nossa seção de vídeos.
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Como será o relacionamento da Diretoria com o movimento estudantil?
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Roberto respondeu em vídeo, gravado no Território Livre José Carlos Novaes da Mata Machado: Diretoria e movimento estudantil: uma relação que já existe na prática., na nossa seção de vídeos.
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Professora, por que continuar? Depois de dois mandatos como Vice-Diretora, o que a leva a se candidatar agora à Diretoria da Faculdade?
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Mônica respondeu em vídeo: “Por que continuar, professora?”, na nossa seção de vídeos.
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Quais serão as iniciativas da chapa para contribuir com o esporte universitário?
Vocês têm propostas no sentido de fortalecer o diálogo entre a faculdade e as associações atléticas acadêmicas?
Qual a importância que a chapa vê para o esporte na formação da vida dos estudantes e da sociedade?-
Leonardo, obrigado. Vamos começar pela sua terceira pergunta, porque ela organiza as outras duas.
O esporte universitário ensina o que a sala de aula não ensina: convivência, disciplina, pertencimento e o hábito de representar algo maior do que você mesmo. Quem viu o mutirão de montagem dos bancos da Faculdade, com chapas rivais do CAAP trabalhando lado a lado, entende na hora o que uma atlética faz pela vida de uma escola. Ela junta gente que, sem ela, talvez nunca se falasse. Isso não é acessório na formação de um jurista, é parte dela.
Agora a franqueza que devemos a você. A Faculdade não tem estrutura esportiva própria, e o orçamento anual da unidade é de uns R$ 376 mil, o que cobre a operação da Casa e pouco mais. Abrimos essas contas em monicaeroberto.com.br/videos/#orcamento. Prometer bancar equipes seria prometer com dinheiro que não existe. Então vamos falar do que existe.
A atlética como interlocutora permanente, e não só quando dá problema. A Escuta Ativa (eixo 1) cria grupos permanentes com os estudantes, e assumimos o compromisso de que as associações atléticas tenham lugar nesse canal, ao lado dos centros acadêmicos, com pauta própria e data marcada. Hoje a conversa costuma acontecer depois que o problema aparece. A gente quer que aconteça antes.
Apoio institucional, que muitas vezes é o que mais falta. Ofícios e declarações para competições, encaminhamento junto aos colegiados quando o calendário de jogos bate com obrigações acadêmicas (dentro do que as normas da UFMG permitem) e divulgação nos canais da Faculdade. A Rede de Sites Institucionais (eixo 5) ainda oferece um site seguro e mantido para as entidades ligadas à Casa, acabando com aqueles sites que nascem sem manutenção e somem quando quem tinha a senha se forma.
Espaço, com honestidade sobre o que ele exige. Usar espaços da Faculdade para reuniões, seletivas e eventos, e guardar material, é coisa que a gente pode pensar, e quer pensar. Mas exige planejamento e organização, porque cada espaço da Casa já tem uma destinação e nada disso se resolve na véspera de um jogo. O que assumimos é abrir essa conversa com as atléticas logo no início do mandato, dentro da Escuta Ativa, e tratar o assunto como problema a resolver, não como pedido para arquivar.
Ajuda para buscar dinheiro fora, que é onde ele está. O eixo 8 prevê eventos e parcerias com a iniciativa privada, e a campanha Subir Juntos (eixo 6) já mostrou que ex-aluno responde quando é chamado com uma lista clara de prioridades. Apoio institucional para captação e patrocínio é coisa que a Diretoria pode dar, e faz diferença de verdade.
Espaços de convivência. O Ponto de Encontro (eixo 6) melhora, semestre a semestre, os lugares onde a vida estudantil acontece, com as prioridades definidas pelos próprios estudantes.
O que a gente não promete: quadra, verba de custeio para equipes ou obra esportiva. Não cabe no orçamento e não seria honesto. O que a gente promete é presença, porta aberta, trabalho de articulação e prestação de contas todo ano sobre o que foi pedido, a quem, e com que resposta.
Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.
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Boa tarde, gostaria de saber quais são os planejamentos que vocês têm para a política de permanência e conclusão dos estudantes indígenas da Faculdade de Direito, pois acho que vocês sabem que existe um programa de vestibular para indígenas de contexto aldeado, que a cada início de ano resulta na entrada de dois estudantes indígenas na Faculdade de Direito. Quais são os planos para a chegada e permanência desses estudantes, já que viemos de um contexto e realidade totalmente diferentes dos demais estudantes e lutamos, desde o início de nossa entrada na faculdade, por políticas afirmativas que possam contribuir para a nossa permanência e formação, e para que possamos voltar aos nossos territórios e atuar como esperam nossos respectivos povos?
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Karine, obrigado pela pergunta, e obrigado principalmente pelo jeito como você a fez. Ela não pede promessa. Ela pede que a Diretoria reconheça que a permanência de vocês tem necessidades próprias, que não se resolvem no mesmo balcão nem com a mesma resposta que serve para todo mundo.
Sim, conhecemos o programa de ingresso de estudantes indígenas de contexto aldeado, e a Faculdade já mantém um programa de acompanhamento desses estudantes. Não estamos começando do zero, e ainda bem: o que a gente propõe aqui é continuar e ampliar, não anunciar novidade. Também vamos dizer com todas as letras o que não depende de nós. Criar bolsas, definir número de vagas e mudar a política de assistência estudantil são decisões da Reitoria e, em boa parte, do MEC. Prometer isso seria desrespeitar exatamente a luta que você descreve.
O que está ao alcance da Diretoria, a gente faz. São quatro compromissos concretos:
1. Escutar antes de propor. A Escuta Ativa (eixo 1) cria grupos permanentes de conversa, setor por setor. Assumimos o compromisso de abrir, nos primeiros meses de mandato, uma escuta específica com os estudantes indígenas da Faculdade. Não uma reunião de posse, mas um canal que fica de pé. E a primeira pauta é justamente avaliar com vocês o que o acompanhamento que já existe tem alcançado e o que ainda não alcança. Uma política de permanência feita sem vocês seria só mais um documento.
2. Acompanhamento acadêmico de verdade. O Reta Final (eixo 3) é o nosso programa de apoio à conclusão do curso e à permanência: acompanhar quem está na fase do TCC, explicar de forma clara e humana os procedimentos (comprovação de conhecimento, revisão de desligamento, aproveitamento de estudos) e ficar atento a quem está em risco de largar o curso. Ele nasceu contra o que mais faz gente desistir, que é se perder num procedimento que a própria instituição poderia simplificar. Para quem chega de outro contexto e de outra realidade, esse risco é maior, e é aí que o acompanhamento precisa ir atrás do estudante, em vez de esperar que ele descubra sozinho a que porta bater. Nosso compromisso é fazer o programa de acompanhamento indígena e o Reta Final conversarem, em vez de correrem em paralelo.
3. Cobrar de quem decide. Quando a competência for da Reitoria ou da assistência estudantil da UFMG, o compromisso é insistir e prestar contas do pedido. Vocês vão saber o que foi pedido, quando, e qual foi a resposta. A presença da Mônica no Conselho Universitário e nos órgãos centrais serve também para isso.
4. Acolhida e espaço. A chegada importa tanto quanto a permanência. Queremos montar, junto com os colegiados e com vocês, um roteiro de acolhida no começo de cada ano: quem procurar, como funcionam os prazos, onde ficam os apoios. E queremos que o Ponto de Encontro (eixo 6), que melhora aos poucos os espaços de convivência, seja priorizado por quem usa esses espaços, o que inclui a sua voz.
Por fim, o compromisso do eixo 7, que não é enfeite de programa: cuidar da diversidade estudantil em todos os cantos da vida institucional. Voltar aos territórios e atuar como os povos indígenas esperam é um objetivo que esta Faculdade deveria ter orgulho de ajudar a cumprir. A formação de vocês diz muito sobre que tipo de escola de Direito nós somos.
A gente gostaria muito de conversar com você pessoalmente, e com quem mais quiser participar, antes mesmo da eleição. Se puder, responda aqui mesmo que a gente marca.
Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.
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Minha questão é de relevância não só epistemológica, mas política, dado a relação que transpassa unidades acadêmicas: “Qual a vossa visão acerca da reforma da ementa da disciplina de Psicologia Jurídica?”
Eu fiz essa pergunta também a outra chapa, que deu-me uma resposta adequada, embora blasé.
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Rafael, obrigado pela pergunta e é bom que você esteja buscando a perspectiva de ambas as chapas.
A ementa de uma disciplina não é decidida pela Diretoria. Psicologia Jurídica é ofertada aqui mesmo, na Faculdade de Direito. O caminho interno para aprovação de uma disciplina é bem definido: passa pelo NDE, pelo colegiado do curso e, só então, pela Congregação. A Diretoria não tem competência para mudar uma ementa por conta própria. Por isso não podemos prometer uma ação nesse sentido.
Só que “não é atribuição da Diretoria” não pode virar desculpa para não fazer nada. Levar o assunto até a mesa certa, com método e sem deixar que ele se perca no caminho, isso sim é conosco. E tem nome no nosso programa.
O Observatório do Currículo (eixo 3) é uma comissão permanente para estudar o currículo dos cursos de Direito e de Ciências do Estado, avaliar as mudanças necessárias e dar suporte às adequações. É onde uma proposta como a sua deixa de ser conversa de corredor e vira pauta, com quem dá a disciplina, quem a cursa e quem pesquisa o tema na mesma mesa.
Você também tem razão quando diz que a questão não é só epistemológica e que ela atravessa outras unidades. Mesmo sendo nossa a oferta, conversar com quem produz Psicologia na Universidade enriquece qualquer revisão. É para isso que servem o Projeto Ponte, que faz as formações circularem entre si, e o eixo 8, de diálogo institucional, que se apoia na convivência da Mônica com os órgãos centrais da UFMG.
Então o compromisso é este: levar a sua questão ao Observatório do Currículo assim que ele for constituído, com você convidado a defender o seu argumento, e contar publicamente no que deu, inclusive se a conclusão for manter a ementa como está. O que a gente não vai fazer é dar hoje, de improviso, um parecer sobre o mérito da ementa sem ouvir quem ensina e quem estuda a disciplina. Seria uma resposta mais bonita e menos verdadeira.
Nosso programa completo está em monicaeroberto.com.br/programa/.
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Professora, o que nós, ex-alunos, podemos fazer pela faculdade? Meu sonho é que a vetusta tenha a melhor estrutura para os futuros alunos , que ela seja uma experiência ainda a melhor do que a que nós tivemos.
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Mateus, obrigado — e a resposta talvez seja: seguir fazendo o que tantos ex-alunos já fizeram. Os mais de 60 bancos e as mesas que hoje ocupam os corredores vieram de uma campanha entre pessoas gratas à escola, e chegaram desmontados: foram montados num mutirão de alunos, servidores técnico-administrativos e professores, com chapas rivais do CAAP lado a lado. Está tudo em vídeo: Mais de 60 bancos, um mutirão e um dia inesquecível, na nossa seção de vídeos. O Território Livre José Carlos Novaes da Mata Machado foi restaurado do mesmo modo, com uma placa que registra o nome de quem contribuiu — e houve até quem nunca estudou aqui e doou para comprar as mesas do espaço.
É com essa mesma força que contamos na busca por recursos para a troca dos elevadores: Elevador não tem lado. É problema de todos nós.
Então: participe, cobre, apareça, chame a sua turma. Quem se formou aqui continua sendo da casa, e a estrutura que você deseja para os futuros alunos vem sendo construída exatamente assim, por muitas mãos.
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Gostei muito da proposta da Dra. Monica como baluarte da tradição da faculdade e conexão com o passado, fundamental para manutenção de um imaginário saudável dos alunos, e o Dr. Roberto como inovação tecnológica e visão que vem do mercado privado em sua empresa de desenvolvimento de software. Que Jesus os abençoe
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Muito obrigado pelas palavras de apoio! Realmente você compreendeu o que estamos propondo: uma mistura da nossa tradição com uma abertura para o futuro! Contamos com seu voto!
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Gostaria de saber de vocês quais os planos em relação à reforma dos elevadores. Há alguma previsão em relação à isso?
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Obrigado pela pergunta! Aliás, pelas perguntas. Enviaremos nossas respostas em vídeo no próximo final de semana e colocaremos neste site e nas redes sociais.
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Cynthia, como prometido, a resposta está no ar em vídeo: Elevador não tem lado. É problema de todos nós., na nossa seção de vídeos. Obrigado pela pergunta!
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Gostaria de saber de vocês quais os planos em relação à cantina/lanchonete na unidade. Há alguma previsão em relação à isso?
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Esse é outro tema super relevante (e nem tão simples…). Também vamos postar a resposta para você e toda a comunidade neste fds!
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Cynthia, como prometido, a resposta sobre a cantina está no ar em vídeo: Cantina: a obra saiu do papel e está em fase de compras., na nossa seção de vídeos. Obrigado pela pergunta!
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